O “teste da pegada”, aquele em que você molha o pé e pisa no chão, é um método simples, mas extremamente revelador. Ele permite identificar padrões estruturais do arco plantar que influenciam diretamente sua pisada, absorção de impacto e até a sobrecarga nas articulações superiores.
Pegada com arco normal (neutra)
Mostra apenas parte do médio pé.
Indica boa eficiência biomecânica, distribuição equilibrada de carga e menor risco de sobrecarga. Ainda assim, dores podem surgir por desequilíbrios musculares ou calçados inadequados.
Pegada “cheia” - pé plano (arco baixo)
A marca aparece quase completa.
Sugere hiperpronação, maior demanda sobre o tendão do tibial posterior e aumento de estresse na região medial do pé e tornozelo. Pode contribuir para fascite plantar e fadiga crônica ao caminhar.
Pegada “fina” - pé cavo (arco alto)
Mostra apenas um traço lateral.
Revela arco rígido, baixa absorção de impacto e tendência à supinação.
Associado a entorses recorrentes, metatarsalgias e sobrecarga na coluna lateral do pé.
O teste é uma triagem, não substitui uma avaliação completa. Para entender causa, grau da alteração ou relação com dores, é preciso examinar marcha, alinhamento, mobilidade e musculatura, e aí entra o ortopedista especializado...
Se você percebe alterações na pegada ou sente dor ao caminhar, vale uma avaliação com um especialista em Pé e Tornozelo.
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